sexta-feira, abril 2
constatação '3
terça-feira, março 30
piccolina: a confusa
A minha cabeça está completamente baralhada. As coisas não estão a correr como eu queria, estou a apaixonar-me, e não sei se isso é bom.
Tenho a ideia que quando gostamos de alguém, e somos correspondidos, nos tornamos mais dependentes, e depois da minha relação anterior mentalizei-me que não queria mais nada (para não sofrer). E a verdade é que desde então não tive nenhuma relação, porque quando via que estava a ficar muito sério "saltava fora", ou então punha mil e um defeitos no rapaz. Mas ele é diferente... ele está a conquistar-me... e eu ainda tento convencer-me que não, tenho medo.
A sério... eu sei que não sou normal...
quinta-feira, março 25
cem
sexta-feira, março 19
Dia do pai...
terça-feira, março 16
Há dias assim...
... e ultimamente têm sido todos os dias assim. Sorrisinho parvo na cara. Porque as horas contigo passam a voar, porque me fazes rir, porque tens sido uma agradavél surpresa.
sábado, março 13
para mim...
E eu explico, ainda ontem estava a passear e parei para falar com uma amiga, ao lado estava um casal de namorados (presumo) e enquanto davam um beijo o namorado estava a olhar para nós. Mas isto já não é a primeira vez (com outros intervenientes), e acho uma estupidez.
terça-feira, março 9
dança...
domingo, março 7
mas como?
Sinto-me perdida nos sentimentos.
Como é que se confia em alguém, depois de já termos passado por desilusões?
Como sabemos se o que diz é verdadeiro... como é que sabemos que chegou o momento certo?
sábado, março 6
quinta-feira, março 4
Contradições católicas....
Tudo isto até podia ser normal.... se eu não visse algumas atitudes da rapariga que não lembram a ninguem: o pai liga-lhe e ela mente-lhe descaradamente (para o pai ela não sai á noite), gasta dinheiro mais dinheiro em futilidades, saí á noite com roupas que não lembram a ninguem, para além de coleccionar "namorados" (eu não lhe chamaria sequer namorados).
Acho isto uma tremenda estupidez, uma hipocrisia, e apesar de ser católica não posso deixar de dar minha opinião em casos como este. É que este exemplo é uma amostra do que se passa com a igreja, uma hipocrisia, de que me vale ir á missa todos os dias se no meu dia-á-dia não pratico nenhum dos seus ensinamentos? De que me vale dar uma grande esmola na missa se não sou capaz de ajudar o mais próximo? Nunca percebi o que ia na cabeça da miúda, mas tenho a sensação que ainda não mudou muito.
domingo, fevereiro 28
quinta-feira, fevereiro 25
Ora bem... eu faço parte daquele grupo de pessoas que mede menos de 1,60 cm. No meu grupo de amigos e sou eu a mais pequena, e muitas vezes chamavam-me pequena, ou pequenina, tudo com diminutivos.
O B., um amigo de sempre, foi de erasmus á uns anos, e começou a tratar-me por Piccolina que em italiano quer dizer pequenina... a moda pegou e a minha alcunha passou a ser Pico, ou Piccolina.
terça-feira, fevereiro 23
"é tão assustador estar tudo tão bem não é?"
Diz-se que "depois da tempestade vem a bonança", mas "quando a esmola é grande o pobre desconfia".
segunda-feira, fevereiro 22
I hate...
Sabem o que detesto?
Que me estejam sempre a falar de alguma coisa para fazer, chegando mesmo a chatear, e quando eu me decido a fazer desmarcam-se.
Hate it.
quinta-feira, fevereiro 18
se no final do video tiverem os olhos molhados... quer dizer que está tudo bem!
e depois enviam-me estes videos e uma pessoa fica toda desorientada.
terça-feira, dezembro 29
2009...
… foi um ano completo. O ano em que terminei a minha licenciatura, o que me enche de orgulho pois provei a muita gente e, principalmente, a mim mesma que sou capaz. Ultrapassei todas as adversidades que me foram colocadas e alcancei o meu objectivo. Neste ano tive também o meu primeiro contacto com o mundo do trabalho, e digo que embora não tenha estado na área que mais me interessa adorei toda a experiência. Guzzo marca também o meu ano: sempre adorei dançar mas só este ano se proporcionou ter aulas e entrar para o grupo e tem sido fantástico, como já disse a muita gente entrar para a dança não mudou nada na minha vida mas completou, e de que maneira. Em 2009 andei pela primeira vez de avião, foi uma experiência pela qual ansiava á algum tempo. A minha primeira viagem foi feita a Barcelona, uma cidade fantástica, com muita história, cultura, moda, diversidade, simpatia. Foram dias inesquecíveis que lá passei, é sem duvida uma cidade a voltar com mais tempo pois é uma cidade para ser aproveitada. Não posso esquecer a minha última queima, foi uma semana fantástica de união, felicidade, saudosismo e espírito académico onde fiz das noites dias e dos dias noites. Ainda hoje olho para as fotografias com os mesmos sentimentos mas as saudades são ainda maiores. Este ano deixou-me também uma cicatriz, daquelas bem profundas que mudam a maneira de vermos as coisas, tive uma das maiores desilusões com uma pessoa com quem pensava que ia passar todos os meus dias, e agora, mais que nunca, acredito que “o que não nos mata torna-nos mais fortes”. Em 2009 festejei os 21, e como festejei, soprei três vezes as velas e diverti-me tanto, porque sei que a vida é curta e quero guardar estes momentos. Nos últimos tempos tenho passado por algo que a maioria dos meus amigos passaram mas que eu lá no fundo pensava que nunca ia passar: estou desempregada. Sempre pensei que ia conseguir arranjar emprego facilmente, não por ser mais do que os outros mas porque conheço muitas pessoas. Mas não está fácil, á 3 meses que faço parte das estatísticas do desemprego e a sensação não é nada boa. É ver todos os dias os anúncios de emprego, ir ao centro de emprego (venho sempre de lá deprimida), ir a entrevistas, e nada.
Este foi um ano de crescimento.
sexta-feira, dezembro 4
it's Christmas time
O espírito natalício invadiu a minha casa. Hoje acordei com vontade de enfeitar a minha casa, devia tê-lo feito no feriado (dia 1) como manda a tradição, mas digamos que não estava nas mais perfeitas condições (efeitos ainda do pinheiro e dos ensaios). Longe vão os teus tempos em que ia com o meu pai e o meu irmão procurar a árvore perfeita, agora é todos os anos a mesma. Perdeu-se aquela azáfama mas a realidade é que não via o meu irmão e mesmo eu a irmos agora procurar o pinheiro, temos vidas sociais e profissionais muito activas! J
Agora é tratar de fazer a carta ao pai natal (já estou a tratar disso!) …
segunda-feira, novembro 23
preguiça... ou medo







